É discurso de ódio afirmar que a homossexualidade é … (1)

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;” (Levítico 18:22)

Não, isto não tinha nada a ver com a lei cerimonial (que apontava para Cristo e deixou de fazer sentido após a Sua vinda), mas sim com a Lei Moral, que nunca mudou.

A mentira mais perigosa é a que vem de alguém que nos parece credível.

Montar reportagens com frases e palavras, que depois interpretamos da forma que nos dá mais jeito, é a coisa mais fácil deste mundo e, quando trabalhamos para a imposição de uma agenda ideológica que paga muito bem e é promovida pelo Estado, quem é que nos vai fazer frente? Afinal, pensam alguns “jornalistas” dos nossos dias, estamos do lado certo da força, certo?

ERRADO!

O lado certo da força é, sempre foi e continuará a ser, a VERDADE.

Aquilo, que temos vindo a assistir nos meios de comunicação social, especialmente da televisão, é um ataque cerrado ao cristianismo, aos cristãos e a todas as pessoas que pensam como nós, ou seja, a todos os que não se rendem à revolução sexual e às pseudo-ciências, ou melhor, a uma agenda ideológica de género que nos está a ser enfiada goela abaixo e a confundir crianças, adolescentes e jovens, na Escola.

Ver a tentativa de queimar, literalmente, qualquer figura publica que tenha coragem de ir contra a narrativa oficial em praça pública, é presenciar in loco um auto-de-fé dos tempos modernos.

É do conhecimento público, ou deveria ser, que a Ordem dos Médicos, dos Psicólogos, ou de qualquer outra profissão, tem ordens expressas, de quem nos governa, para processar qualquer profissional de saúde, justiça ou outros, que se levante contra a ideologia de género e coloque a ciência, a verdadeira ciência, acima da narrativa. A maior parte dos psicólogos, sociólogos, médicos, etc., que são chamados a promover a ideologia na televisão, via de regra, faz parte de associações feministas, GLS[1] e similares, que odeiam os cristãos e tudo o que eles representam. Vivemos tempos em que o facto de alguém ser protestante, católico ou ortodoxo, parece desqualificá-lo para ser psicólogo, médico, cientista, político, etc..

Afirmar que a prática de sexo entre um homem e uma mulher produz vida e que a prática de sexo entre dois homens, ou duas mulheres, só produz satisfação própria, e que, portanto, uma é natural e a outra não, é discurso de ódio?

– Não. Não é. É a VERDADE!

É discurso de ódio afirmar que a homossexualidade é uma doença?

– Não. Não é. É uma opinião que foi VERDADE durante muitos e muitos anos. Para o cristão, que crê em Deus e na Sua criação, é pecado. Ora, como a Bíblia — que para o cristão é a Palavra de Deus — afirma que o pecado é a mais terrível doença, que contamina o género humano e a própria natureza, sim, podemos dizer que é doença, mas só nesse sentido. Infelizmente, muitos cristãos têm colocado o pecado da homossexualidade no topo da pirâmide, mas não deviam fazê-lo, pois é um pecado como muitos outros e, sim, a doença já nasce com a pessoa, porque TODOS nascemos pecadores. Nuns, o pecado manifesta-se duma maneira, noutros, de outra.

E, porque é que é pecado?

– Porque a Escritura nos diz que Deus criou o Homem e a Mulher para O glorificar e gozarem dEle para sempre. Como Criador, Ele uniu o Homem à sua Mulher e ordenou-lhes que se multiplicassem. Nada mudou. Ainda hoje, e até que Jesus Cristo volte e redima a criação caída — por causa da desobediência — o Criador exige que as suas criaturas Lhe obedeçam. Quando vivemos para satisfazer os nossos próprios apetites, sejam de que natureza forem, em detrimento do que Deus ordena, pecamos. Esta é a crença e a visão de qualquer cristão. O Apóstolo Paulo foi muito claro:

«Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.» (1 Coríntios 6:9 – NVI)

Onde está a tolerância — dos que tanto gritam por ela — para com pensamentos e modos de vida contrários aos que defendem?

A homossexualidade tem cura?

– O apóstolo Paulo disse que sim:

«Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.» (1 Coríntios 6:11)

Em Cristo, não há pecado que não possa ser vencido. Humanamente falando, não creio que haja “cura” ou sequer o desejo do próprio em deixar a prática, até porque não vê qualquer mal na sua conduta. Só Jesus Cristo pode salvar o ser humano do poder do pecado na sua vida. Ora, como cremos que tudo o que se desvia do plano e propósito de Deus para a sua criação é pecado, só mesmo o Autor e Consumador da salvação pode curar a homossexualidade e todos os demais pecados que aprisionam, oprimem e matam o ser humano.

É eticamente condenável não reconhecer que muitos homossexuais têm sido libertos da prática da homossexualidade, pois isso implica chamar mentirosos a todos os que testemunham esse milagre nas suas vidas.

É indecente afirmar, que entre pessoas sujeitas a “tratamentos” – que as próprias buscaram – há mais suicídios, mas nunca mencionar que o número de suicídios cometidos por homossexuais – que permanecem na prática – é muito mais elevado do que o cometido por heterossexuais. É reprovável nunca mencionar as DST’s e outras doenças que a prática homossexual potencia nos seus praticantes, etc.

Culpar a “falta de tolerância” — quando, na verdade, querem dizer APROVAÇÃO E ELOGIO da prática homossexual — do elevado número de suicídios na comunidade homossexual, não é só ridículo, mas também perigoso.

Por quê?

Falaremos disso na 2ª parte deste artigo.

[1] GLS – Gays, Lésbicas e Simpatizantes, sigla que foi substituída por LGBTQIA+.

 

Maria Helena Costa * Escritora * Cristã evangélica

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